Na manhã desta terça-feira (02/06), a Prefeitura de Mata de São João realizou na Casa da Cultura, uma reunião com alguns feirantes para apresentar a planta baixa da obra que pretende realizar no Centro de Abastecimento da cidade.

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Segundo informações, o vereador Tiago de Zezo, agora aliado do grupo, foi quem, a mando do prefeito Marcelo Oliveira, saiu convocando os feirantes para participar do encontro.

Os feirantes presentes aceitaram que a obra seja feita pelo valor proposto de R$ 5 milhões, dinheiro que será liberado para o município através de empréstimo junto à Caixa Econômica Federal. Porém, os feirantes deixaram claro que precisam de mais informações sobre o projeto, afinal as dúvidas são muitas, a exemplo de como será essa reforma, para onde eles serão relocados durante a obra, tamanho do box que será construído e ainda se mostraram preocupados com a questão da segurança.

O Presidente da Câmara Municipal, Agnaldo de Lulu compareceu na reunião e fez questão de deixar esclarecer que a Câmara fará o que for melhor para o povo. “A Câmara não é contra o projeto, desde 2017 quando esse projeto entrou naquela Casa e aprovamos. Porém o mundo mudou, o cenário mudou. Temos que ter responsabilidade de discutir e saber se é necessário fazer isso realmente agora, em plena pandemia? Que nós somos a favor isso é claro, mesmo sabendo que ano após ano, o município teve superávit. A Câmara não se furtará em liberar esse empréstimo se ele obedecer a todos os tramites que o próprio projeto requer, além de ouvir os feirantes. Existem vários questionamentos que precisam ser respondidos”, alertou o parlamentar.

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Na oportunidade, Agnaldo convidou feirantes e demais autoridades para participarem da Audiência Pública que será realizada nesta quinta-feira, às 10h da manhã, na Casa Legislativa, para discutir a reforma ou construção do Centro de Abastecimento de Mata.

No encontro realizado pela prefeitura os feirantes saíram sem várias respostas e percebeu-se que na verdade, a intenção do ato era induzir os comerciantes para uma manifestação contra a Câmara, forçando assim os vereadores a aprovarem a liberação do projeto o quanto antes.

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